O QUE É A TEOSOFIA?
Antes de tentar uma explanação da própria Teosofia, talvez seja útil uma palavra sobre a Sociedade Teosófica. Ela é uma organização mundial formada em Nova Iorque a 17 de novembro de 1875 e, mais tarde instalada na Índia, com a Sede Internacional em Adyar, Madras. Seus três objetivos são:
1o - Formar um núcleo de Fraternidade Universal da Humanidade sem distinção de raça, crença, sexo, casta ou cor;
2o - Estimular o estudo comparativo das religiões, filosofias e ciências;
3o - Investigar as leis ainda não explicadas da Natureza e os poderes latentes do homem.
A Sociedade Teosófica, por natureza não sectária, tem seções na maioria das nações livres do mundo; em sua organização e administrativamente cada seção é autônoma ainda que permanecendo como parte da Sociedade Mater. Completa liberdade de pensamento é atitude básica da Sociedade e, dentro do vasto corpo de idéias que oferece à nossa consideração, nenhum dogma, credo ou crença específicos são impostos.
A Sociedade Teosófica não deve ser confundida com a própria Teosofia. A Sociedade foi formada para mostrar ao mundo que a Teosofia existe, podendo acrescentarmos que ela é acessível a tantos quantos possam se interessar pelos grandes conceitos universais que compõem seu sistema metafísico e espiritual.
A Teosofia é ao mesmo tempo muito antiga e muito nova - muito antiga porque incorpora princípios que sempre foram conhecidos e ensinados por sábios das civilizações que no passado se sucederam, e muito nova porque inclui as últimas investigações da atualidade. O próprio nome deriva-se de duas palavras gregas, theos, um Deus, ou Deus (impessoal), e sophia, sabedoria - incorporando assim o conceito da Sabedoria Divina, a Sabedoria Divina que se apresenta universalmente no espírito humano, desenvolvendo gradualmente suas formas de expressão através de um processo de evolução e não como um sistema de pensamento super-imposto ao homem por uma divindade extracósmica. O nome foi primeiramente usado em Alexandria por Ammonius Saccas no terceiro século da Era Comum, em conexão com o conhecimento concernente a Deus ensinado nos mistérios gregos. Na forma presente, o nome veio a ser usado no ano de 1875, com a fundação da Sociedade Teosófica.
Ainda que o ensinamento tivesse sido oferecido através das idades sob diferentes denominações em várias linguagens, aquilo que transmite é fundamentalmente o mesmo, podendo variar, entretanto, seu aspecto externo ou sua maneira de apresentação, pois é o núcleo interno da religião, filosofia e ciência.
Foi conhecida como os "mistérios" (Mateus 13:11; Marcos 4:11, 33, 34; Lucas 8:10; Primeiro Coríntios 2:6-8 e 4:1) ou gnose (conhecimento ou sabedoria). Entre os Hindus é conhecido como Brahma Vidya, Brahma significando Deus, e Vidya, sabedoria. Sempre foi a real essência dos ensinamentos religiosos, ainda que continuamente tenha sido proclamado sob novas formas que se adaptassem à mente e às atitudes das pessoas que se tinha em vista atingir, e incluir aquilo que com o decorrer do tempo havia se incorporado ao desenvolvimento do intelecto humano.
Não se pretende fazer aqui um conceito completo e final de sabedoria e verdade, pois “A Verdade É Uma Terra Sem Caminhos”. A Teosofia, de fato, nunca foi definida nem é completamente definível em termos de compreensão humana, visto ser inconcebível que possa haver limitação à Sabedoria Divina, ou que o homem possa em qualquer tempo assenhorear-se totalmente de tão dinâmica realidade. Ela é percebida a cada passo do caminho, a cada descoberta, tornando-se o caminhante a própria senda. Sua própria natureza exclui uma interpretação estática, pois tem como fundamento que todas as coisas, estão evoluindo. A palavra indica que nos encontramos no meio de algo inacabado, e, portanto, o conhecimento acumulado em qualquer tempo e em qualquer campo é necessariamente limitado, incompleto e susceptível de ser ampliado. Certamente, a Teosofia postula que estamos somente a meio caminho em nosso esquema de evolução, e, portanto, isto implica num contínuo processo de investigação e procura de esclarecimento em muitas linhas. O véu está apenas sendo descerrado lenta e gradualmente face a verdade última.
A Teosofia pode, talvez, ser encarada como uma síntese que transcende a religião, filosofia e ciência. Não se pode dizer que ela seja uma religião, pois não liga o indivíduo a qualquer crença ou credo, mas é um tributo à eterna procura do Divino pelo homem. As religiões do mundo são métodos desta procura e, portanto, objeto de estudo teosófico. A Teosofia, podemos dizer, inicia-se com a fundamental suposição da existência de uma Origem Divina ou Princípio, referido por vários nomes em diferentes partes do mundo e durante diferentes épocas. A Teosofia, além disso, lida não somente com o relacionamento entre o Divino e o humano, como também com todas as inter-relações humanas e com o autoconhecimento. Ela apresenta uma maneira de viver, conducente à meta de perfeição indicada em todas as religiões. Ela examina a Sabedoria Divina, que é básica em todos os ensinamentos religiosos, ainda que possam ter sido corrompidos ou degenerados em formas destituídas de sentido. Encarando todas as religiões corno igualmente importantes para o plano de conjunto, a Teosofia não procura afastar ninguém da religião que professa, mas antes explicar e interpretar em bases racionais o significado interno das crenças e cerimônias até que seja descoberto o que é essencial. Annie Besant, autora de muitos escritos sobre estes assuntos, expôs sucintamente a atitude teosófica: "A Teosofia pede-lhe para viver a sua religião e não para abandona-la" .
Em outros aspectos, em seus métodos de observação e de experiência, organização e hipóteses, a Teosofia é científica. É verdade que a ciência tradicional deve limitar seus pronunciamentos àquilo que pode ser provado objetivamente através de experiência e testes de controle mais rígido, e não se pretende que os presentes ensinamentos de Teosofia englobem toda a miríade de especialização e hipóteses das ciências avançadas. Contudo, a linha divisória entre os muitos conceitos esboçados na literatura teosófica e o conhecimento advindo da ciência moderna torna-se cada dia mais tênue e menos evidente. Como uma prova desta crescente aproximação, pode-se citar um conceito da física atual da maior significação - o dos campos de força - que salienta as premissas teosóficas da realidade do não-material. Bem conhecidos, naturalmente, são os campos eletromagnéticos e gravitacionais, cuja existência está fora de dúvida. Corretamente verificado e aceito por cientistas é a existência de um campo nuclear, o campo de força dentro do átomo que não pode ser explicado pela gravitação ou pelo eletromagnetismo. Assim, encontramos grandes estudiosos do nosso mundo científico procurando chegar a explanações mais profundas e mais compreensíveis dos fenômenos do nosso universo, muitos deles prontos a admitir - ao menos provisoriamente - um campo de existência completamente além da possibilidade de prova objetiva. Lincoln Barnett exprime isto muito bem em seu livro esclarecedor, O Universo e Dr. Einstein. Ele comenta que os filósofos e cientistas têm gradualmente chegado à surpreendente conclusão de que "todo o universo objetivo de matéria e energia, átomos e estrelas, não tem existência a não ser como uma interpretação da consciência, um edifício de símbolos convencionais delineados pelos sentidos do homem". E ele finaliza seu livro com a afirmação de que o homem "apenas possa sentir-se maravilhado, como S. Paulo há mil e novecentos anos, que o mundo foi criado pelo verbo de Deus de modo que o visível foi feito para comprovar aquelas coisas que não eram visíveis". As filosofias Budista, Advaita Vedanta, Raja Yoga e Krishnamurti expressam igualmente a idéia de que percebemos o mundo através do véu de nossos conceitos e experiências passados.
Atualmente há muito o que ser estudado na física quântica com relação a ondas que interligam instantaneamente todos os elementos do Universo (ver David Bohn). A sabedoria Eterna sempre falou na Unidade da Vida.
Avançando apenas um passo além das hipóteses geralmente aceitas pela ciência, a Teosofia postula a existência de outros "campos" ou princípios que possuem as mesmas características de universalidade, continuidade e imaterialidade, e que, podemos dizer, servem de matriz a todos os fenômenos psicológicos e espirituais. Dizem que estes campos tornam-se acessíveis a nós através do desenvolvimento de específicos poderes humanos que se encontram além do alcance dos cinco sentidos com os quais estamos tão familiarizados. Certamente, mesmo no reino físico, a Teosofia tem sido conhecida como se antecipando às descobertas da ciência, como, por exemplo, na questão da divisibilidade do átomo. Isto não é, em qualquer sentido, menosprezar o método científico, que é básico para todas as descobertas válidas e que podemos proveitosamente imitar, pois sua principal característica é uma procura impessoal da verdade. Mas, provavelmente, todos os cientistas atuais e estudiosos concordariam com a afirmativa de um dos grandes sábios orientais, de que "Toda grande descoberta da ciência foi primeiro uma grande intuição". Podemos dizer que a Teosofia alcançou a área destas "grandes intuições", muitas das quais talvez ainda não sejam passíveis de aplicação no sentido usual, porque lidam com fatores acima do escopo da prova objetiva. Mas se são verdadeiras, como muitos estão convencidos, podem pela persistência e dedicação ser descobertas e valorizadas por todo indivíduo.
Deve ser destacado, entretanto, que o conhecimento é poder, como evidenciado pelos espantosos instrumentos de destruição que o homem projetou para usar na guerra. A Teosofia, entretanto, enquanto indica novos rumos para o conhecimento, também ensina que o conhecimento dos mundos mais elevados deve ser procurado com segurança somente por aqueles que purificam seu corpo, desejo e pensamento, os quais dessa forma preparam-se para colocar o bem estar da humanidade acima do egoísta engrandecimento pessoal ou outro mau uso do conhecimento adquirido. É repetidamente acentuado que o desenvolvimento do caráter deve acompanhar o estudo ao aventurar-se nos reinos super-físicos, para a segurança do mundo e do indivíduo. No livro “Ocultismo Prático” (Ed. Teosófica, p. 108), H. P. Blavatsky afirma:
“É fácil tornar-se um teósofo. Qualquer pessoa com mediana capacidade intelectual e com certa inclinação para a metafísica; que leve uma vida pura e altruísta, que encontre mais alegria em ajudar o seu próximo do que em receber ajuda para si mesmo, que esteja sempre pronta a sacrificar os seus prazeres pessoais em benefício dos outros; que ame a Verdade, a Bondade e a Sabedoria simplesmente pelo que são em si mesmas, e não pelo benefício que delas possa auferir – é um teósofo.
Algo completamente diferente, porém, é trilhar o caminho que conduz ao conhecimento do que é bom fazer, assim como ao reto discernimento entre o bem e o mal; um caminho que também conduz um homem até aquele poder através do qual ele pode fazer o bem que deseja, muitas vezes sem precisar, aparentemente, levantar um dedo sequer.”
Em outro aspecto, a Teosofia é uma filosofia, pois postula uma explanação lógica do universo, de suas leis e origem do homem, sua evolução e destino. Oferece argumentos para muitas circunstâncias e processos não atingidos quer pela religião, quer pela ciência. Ela sugere que a matemática é o instrumento da vida, que o pensamento é a força criadora e modeladora e que tanto a experiência da alegria como do sofrimento constituem o meio para o desenvolvimento do caráter e da capacidade e a conseqüente obtenção do poder e sabedoria. O percebimento filosófico da Teosofia aumentará progressivamente em conseqüência do reto estudo, e o estudante exercitará assim partes sutis de sua mente que não são comumente usadas. Estará, então, pronto para a Meditação.
É importante estabelecer desde o início dois princípios básicos que são fundamentais para o posterior estudo dos conceitos teosóficos. O primeiro é a imanência de Deus, ou a Vida Divina, a Realidade Una, em toda a parte, em todas as coisas, do átomo ao universo. Nada há que não seja, em certo grau, parte desta Vida. Encontramo-los expressos em termos Bíblicos: "Nele vivemos, nos movemos e temos o nosso ser". Os Gnósticos e os Neoplatônicos falavam sobre o mundo manifesto e os seres como emanações da Divindade. É parte fundamental da Advaita Vedanta o significado do MahaVakya (postulado) “Atma é Brahma e Brahma é tudo”, sendo Atma o “Espírito Imortal” no homem e Brahma a Divindade Imanente e Transcendente. A física moderna parece dar testemunho deste conceito em seu postulado do "continuum" - aquilo que é contínuo e infinito e além da natureza composta, da qual tem sua origem. De fato, como foi afirmado: “Todas as vitórias da ciência revelam com maior clareza um desígnio divino na natureza, uma notável concordância em todas as coisas, do infinitesimal ao infinito.” A filosofia clássica denomina esta Vida de "Absoluto". A literatura psicológica está cheia de referências a uma realidade fundamental, subjacente a todas as consciências separadas e individuais.
Um corolário inevitável segue-se a este postulado da Vida Una. Posto que todos os seres participam desta Vida na medida de sua consciência pode-se ver que a fraternidade universal é uma lei, que não pode ser omitida, não somente aplicando-se à humanidade mas a todos os reinos da vida. A imanência de Deus é a onipresença de Deus, poeticamente referida como a "inconsútil vestimenta de eternidade". Pode-se, por conseguinte, imediatamente ver que uma ação benéfica ou maléfica em qualquer ponto afeta o conjunto. "Todos nós somos responsáveis por tudo e por todos", disse Dostoyewsky. "Tão cedo o homem compreenda isto, o Reino dos céus deixará de ser para ele um sonho, mas sim uma realidade viva". E a Teosofia acrescentaria que aquele que compreendeu esta verdade sabe que a lei da fraternidade é tão inviolável como a lei da gravidade ou como qualquer das outras leis impessoais da natureza; o que não poderia ser de outra maneira porque todos nós fazemos parte do Supremo Ser Uno.
Estas verdades básicas constituem os fundamentos dos seguintes ensinamentos em maiores detalhes:
1. Há uma eterna Realidade Infinita, uma Incognoscível existência real, subjacente a toda manifestação, a todos os fenômenos porém desconhecida e Incognoscível pela mente finita do homem.
2. Desta Realidade Infinita, desta Causa sem causa, procede o princípio criador que supomos como o Deus manifestado, originador e sustentáculo do universo, desdobrando-se da unidade para a dualidade e dai para a trindade, até agora apenas parcialmente conhecida em extensão cada vez mais ampla à medida que o homem avança na evolução. Temos de ser cuidadosos para não antropomorfizar esta grande consciência quando usamos o termo Deus.
3. O universo todo com tudo o que nele existe, é uma manifestação da Vida Una (Aquilo – Tao – Tathagatha-Garbha).
4. Há muitas poderosas inteligências, que emanaram desse Deus manifestado e são agentes para executar o divino propósito da evolução.
5. O homem, como um microcosmo, é divino em essência e um reflexo do Macrocosmo, sendo eterno o seu eu interior.
6. O homem se desenvolve e evolui através de experiência obtida em repetidas encarnações nas quais move-se arrastado pelo desejo sob a lei do carma (ação) nos três mundos - físico, emocional ou astral e o mental - e dos quais se liberta pelo conhecimento (Gnosis / Vidya), tornando-se divino em potência como sempre o fora em latência.
7. Há homens que completaram sua evolução humana, já atingiram a perfeição e nada mais têm o que aprender dentro do âmbito de nosso estado humano. Entre estes encontram-se os Buddas, os Christos, cujos títulos representam aqueles que atingiram elevada estatura espiritual e se tornaram grandes instrutores; muitos continuam a trabalhar em silêncio e relativa obscuridade para a elevação da humanidade.
Estes ensinamentos têm sido apresentados de outra forma:
Há três verdades que são absolutas e não podem ser perdidas, mas que podem permanecer em silêncio por falta de palavras:
"A alma do homem é imortal e o seu futuro é o futuro de algo cujo crescimento e esplendor são ilimitados."
“Há princípio doador de vida que reside em nós e fora de nós, é imorredouro e eternamente beneficente, não sendo visto, ouvido, ou sentido, porém é percebido por aquele que deseja a percepção."
"Cada homem é o seu próprio e absoluto legislador, seu próprio distribuidor de alegria ou tristeza, o responsável por sua vida, sua recompensa, sua punição."
Estas verdades tão grandiosas quanto a própria vida são tão simples como a mais simples das mentes humanas.
Sugestões de leitura complementar:
H. P. Blavatsky – A Chave Para A Teosofia
H. P. Blavatsky – Isis Sem Véu
H. P. Blavatsky – A Doutrina Secreta
H. P. Blavatsky – Ocultismo Prático
H. P. Blavatsky – A Voz do Silêncio
H. P. Blavatsky – Collected Writtings
Radha Burnier – A Regeneração Humana (Editora Teosófica)
Radha Burnier – O Caminho do Autoconhecimento (Editora Teosófica)
Alcione (J. Krishnamurti) – Aos Pés do Mestre (Editora Teosófica)
J. Krishnamurti – Diálogos Sobre a Visão Intuitiva (Cultrix)
J. Krishnamurti – Diário de Krishnamurti (Cultrix)
Mabel Collins – Luz no Caminho (Editora Teosófica)
Edwin Arnold – A Luz da Ásia (Pensamento)
Os Upanishads – Sopro Vital do Eterno (Pensamento)
Lao-Tzu – Tao-Te King (Pensamento)
Idries Shah – Os Sufis (Cultrix)
Na Internet:
http://www.stb.org.br/lojafenix/
(Loja Fênix – Brasília – Textos Tradicionais, Artigos, Palestras e Livros)
http://www.mais.com/liberdade/Pl_index.asp
(Loja Teosófica Liberdade – Transcrições de Palestras)
http://www.teobahia.hpg.ig.com.br/
(Artigos da Loja Kut-Humi - Sociedade Teosófica na Bahia)
http://www.sadhana.net/Loja-Nirvana/
(Artigos da Loja Teosófica Nirvana – Rio de Janeiro)
http://www.teosofia.com.br/biblos.php
(Biblioteca da Loja Teosófica Virtual – Muitos textos sobre Teosofia)
http://www.terravista.pt/enseada/6700/
(Portugal Teosófico - Revista Oficial Da S. T. Portuguesa)
http://www.ts-adyar.org/
(Site da Sede da S. T. Internacional, Chennai [Madras], India)
http://sociedad-teosofica.com.ar/publicaciones.html
(Sociedade Teosófica na Argentina – Publicações)
http://www.theosophical.ca/OnLineDocs.htm
(Sociedade Teosófica no Canadá – Adyar)
http://www.theosociety.org/pasadena/tup-onl.htm
(Textos on-line - Sociedade Teosófica de Passadena)
http://www.teosofia.com/PT.html
(Página Teosófica de Rudy em Espanhol)
http://www.teosofia.com/
(Página Teosófica de Rudy em Inglês – muitos textos e links)
www.upasika.com
(muitos textos originais, em espanhol e português)
www.krishnamurti.org.br
(Site da Instituição Cultural Krishnamurti, sediada no Rio de Janeiro, criada em 1935 pelo próprio J. Krishnamurti com o objetivo de divulgar os seus ensinamentos no Brasil.)